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Por Edinei Dantas

A tão criticada Globo e suas tão criticadas novelas nos dois últimos capítulos prestou um grande serviço mostrando a realidade de policiais militares do Brasil. Dando um show de bola como a Major Jeiza, do Batalhão de Choque, a atriz Paolla Oliveira protagonizou as duas cenas.

A primeira foi ao AR na última sexta-feira (05), quando a personagem, em folga, foi assaltada e ao entregar o celular os marginais viram sua foto fardada, na tela do aparelho. Ao identificá-la como PM os vagabundos atiraram, situação muito frequente na realidade, mas que os críticos não observam essa peculiaridade inerente à nossa profissão. Graças a autora a major foi salva pelo civil folgado de seu namorado, que só levou um tiro de raspão no ombro.

Já na cena exibida nesta segunda (08), a major comanda uma operação em uma fav. ops comunidade, e durante a incursão outra Pfem choqueana avista um garoto de semblante inocente. Ela sem nem fazer uma revista, abaixa a arma e segue fatiando, mas logo que a patrulha passar este mesmo, que seria tido como menino trabalhador, ajudante de pedreiro, avisa pelo rádio aos seus comparsas, e a informação leva a uma troca de tiros que por muito poupo, possivelmente graças a autora mais uma vez, não tirou a vida de algum guerreiro fictício.

Outra situação que conheço bem de perto retratada pela novela é que a Major Jeiza mora na periferia, esconde sua profissão de seus vizinhos, lava a farda e põe pra secar escondida, pois tem medo de a exposição gerar perigo de vida.

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